lunes, 14 de septiembre de 2009

Orígernes del pueblo Malgache

DIBUJO:Isla Reunión,1861-Danse des noirs" (Musical Bw-Bobre -Berimbau"
The African diaspora in the Indian Ocean Escrito por Shihan de S. Jayasuriya, Richard Pankhurst.(pag 7) http://books.google.es/books?id=mdpcgy_aopwC&dq=antalaotra&source=gbs_navlinks_s

Revisitando as origens malgaxes*
Malagasy origins revisited

Les origines malgaches revisitées
Gwyn Campbell
Professor do Departamento de História da McGill University, Montreal, Canadá



A terra natal dos protomalgaxes
Madagáscar foi avistada por marinheiros portugueses em 1500 e recebeu a primeira visita intencional em 1506. Desde então, os europeus começaram a especular sobre a origem da população desta ilha. Nessa época, excluídos os suaílis (ou swahili) e os indianos (conhecidos como karana), eram poucas as comunidades que participavam das rotas do comércio internacional. Segundo os investigadores, os suaílis chegaram a Madagáscar oriundos da costa leste do continente africano e da Arábia, entre os séculos IX e X; já os indianos vieram da região de Gujarat, na Índia, entre os séculos XI e XII1. Além destes dois grupos, havia também um pequeno grupo malgaxe, assimilado à cultura árabe (chamado de antalaotra) que se mantinha próximo aos suaílis. Assim, parecia existirem em Madagáscar dois grupos étnicos básicos: um de pele mais clara e com características físicas de malaios, ocupando o planalto central; e outro de pele mais escura, negros, habitando as planícies da ilha.


Motivações para migrar
Um tema relativamente pouco abordado por historiadores é o das motivações que teriam levado os protomalgaxes a se estabelecerem em Madagáscar. Migrações têm sido geralmente analisadas em função de fatores como "estímulo" e "competição". Inicialmente, na Escola Britânica prevaleceram as teorias ligadas à idéia do estímulo; já os Grandidier defendiam que o "espírito aventureiro" teria impulsionado os australásios em sua expansão oceânica. Vérin procurou fatores mais pragmáticos, especialmente a tranqüilidade do oceano, que permitia a navegação costeira e em alto-mar, assim como a disponibilidade de produtos florestais, tais como a resina e a pedra-sabão, que foram transformados em vasos e largamente utilizados no sistema de comércio oceânico, o que também relaciona a fixação desta população à expansão do comércio e da cultura suaíli-árabe na região54.


http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-77042006000100002&lng=es&nrm=iso

Entre o Oriente e o Atlântico:

Entre o Oriente e o Atlântico: «interdependências» no Império Português, no final da Idade Moderna
Entre o Oriente e o Atlântico:
«interdependências» no Império Português, no final da Idade Moderna
Luís Frederico Dias Antunes
(Departamento de Ciências Humanas do IICT

..........O aumento do número de mercadores portugueses e o primeiro esboço de um corpo mercantil só se tornaria visível, a partir de finais da década de 1770 e no início da década de 1780, com a expansão do tráfico de escravos desenvolvido pelos franceses das Mascarenhas e pelos brasileiros na costa oriental africana, especialmente na ilha de Moçambique, nas Querimbas e em Quelimane.
No início de oitocentos, estamos perante uma classe completamente distinta da que continuava a dominar a sociedade fundiária ligada aos prazos da Zambézia[10]. Esse grupo de mercadores possuía recursos para armar navios negreiros e viajar para as Maurícias e para a América. Em 1801, dos 14 navios utilizados no comércio externo moçambicano, 5 deles estavam envolvidos no tráfico de escravos para o Brasil e região platina (Buenos Aires e Montevideu)[11]. Os outros navios dedicavam-se ao comércio com a Índia, com as Ilhas francesas do Índico e, ainda, ao comércio de cabotagem, tanto de marfim como de víveres.
Este núcleo mercantil integrava ainda outros indivíduos que se serviam dos cargos políticos e administrativos, desde o Governador geral da colónia até ao fiscal das alfândegas, passando pela inspector das cargas e pelos angariadores de escravos, para intervir directamente nesse comércio. Entre as famílias de negociantes realçam-se entre outros, os Rosário Monteiro, os Silva Guedes, o Ferreira da Graça, os Costa Portugal e os Cruz e Almeida.
http://www2.iict.pt/?idc=102&idi=12905

A atracção do Brasil em finais do século XVIII.

RECORTE LIBRO:
Testigos del mundo Escrito por Juan Pimentel, Juan Pimentel Igea
http://books.google.es/books?id=yU2BnVTk2nUC&pg=PA299&dq=trafico+esclavos+madagascar+mozambique&as_brr=3

ARTÍCULO:


2-A atracção do Brasil em finais do século XVIII..
Só a partir de 1761 - quase uma década depois do início do processo de autonomia administrativa de Moçambique em relação ao Estado da Índia -, o poder metropolitano manifestou especial interesse em dinamizar o comércio com a Índia e alargá-lo a os outros domínios ultramarinos, nomeadamente ao Brasil.
O conjunto de medidas desenvolvidas pela coroa através das instruções dadas a Calixto Pereira de Sá,[7] nomeadamente a concentração e organização das alfândegas e a liberdade de comércio para todos os súbditos da Coroa portuguesa que quisessem negociar nos portos moçambicanos, promoveu o desenvolvimento de toda a actividade comercial na colónia. O afluxo de avultadas somas em dinheiro provenientes do tráfico de escravos em larga escala com as ilhas francesas do Índico e com o Brasil, foram os elementos que mais contribuíram para a criação de um pequeno grupo mercantil relativamente organizado e para a transformação da ilha de Moçambique numa plataforma giratória de mercadorias e homens, convertendo-a num grande centro económico e comercial, no último quartel do século XVIII.
Sem nos deter nos aspectos puramente factuais relacionados com o tráfico de escravos entre Moçambique e a América portuguesa[8] podemos dizer que alguns dos negreiros brasileiros foram autorizados a estabelecerem-se em Moçambique, acabando por se envolver no comércio de cabotagem da África oriental.
O aumento do número de mercadores portugueses e o primeiro esboço de um corpo mercantil só se tornaria visível, a partir de finais da década de 1770 e no início da década de 1780, com a expansão do tráfico de escravos desenvolvido pelos franceses das Mascarenhas e pelos brasileiros na costa oriental africana, especialmente na ilha de Moçambique, nas Querimbas e em Quelimane.
No início de oitocentos, estamos perante uma classe completamente distinta da que continuava a dominar a sociedade fundiária ligada aos prazos da Zambézia[10]. Esse grupo de mercadores possuía recursos para armar navios negreiros e viajar para as Maurícias e para a América. Em 1801, dos 14 navios utilizados no comércio externo moçambicano, 5 deles estavam envolvidos no tráfico de escravos para o Brasil e região platina (Buenos Aires e Montevideu)[11]. Os outros navios dedicavam-se ao comércio com a Índia, com as Ilhas francesas do Índico e, ainda, ao comércio de cabotagem, tanto de marfim como de víveres.
Mencionemos apenas a título de exemplo o caso da família de Cruz e Almeida. Dela destacamos o patriarca António que foi escrivão da Junta da Fazenda e um dos maiores armadores e negociantes de escravos. Com navios próprios e fretados, repartiu os seus negócios por locais tão distintos quanto as Mascarenhas, Cabo da Boa Esperança, os portos do Brasil e Montevideu. Em 1808, António da Cruz e Almeida ocupou o cargo de juiz ordinário. Possuiu dois navios matriculados no Rio de Janeiro, um dos quais, o Feliz Dia, foi construído no próprio Brasil; seu filho Vitorino, capitão e piloto, foi um reputado negreiro. A família de António Cruz e Almeida manteve laços estreitos e de diversa natureza com o governo de Moçambique. Na verdade, enquanto a sua filha, Dona Juliana da Cruz e Almeida, estava casada com o secretário do governo, Francisco da Costa Lacé, ele próprio prosseguia os seus negócios associado ao governador Francisco de Paula Albuquerque Cardoso[12].
http://www2.iict.pt/index.php?idc=102&idi=12905

Mozambique

2. A atracção do Brasil em finais do século XVIII.
Só a partir de 1761 - quase uma década depois do início do processo de autonomia administrativa de Moçambique em relação ao Estado da Índia -, o poder metropolitano manifestou especial interesse em dinamizar o comércio com a Índia e alargá-lo a os outros domínios ultramarinos, nomeadamente ao Brasil.
O conjunto de medidas desenvolvidas pela coroa através das instruções dadas a Calixto Pereira de Sá,[7] nomeadamente a concentração e organização das alfândegas e a liberdade de comércio para todos os súbditos da Coroa portuguesa que quisessem negociar nos portos moçambicanos, promoveu o desenvolvimento de toda a actividade comercial na colónia. O afluxo de avultadas somas em dinheiro provenientes do tráfico de escravos em larga escala com as ilhas francesas do Índico e com o Brasil, foram os elementos que mais contribuíram para a criação de um pequeno grupo mercantil relativamente organizado e para a transformação da ilha de Moçambique numa plataforma giratória de mercadorias e homens, convertendo-a num grande centro económico e comercial, no último quartel do século XVIII.
Sem nos deter nos aspectos puramente factuais relacionados com o tráfico de escravos entre Moçambique e a América portuguesa[8] podemos dizer que alguns dos negreiros brasileiros foram autorizados a estabelecerem-se em Moçambique, acabando por se envolver no comércio de cabotagem da África oriental. Foi o que aconteceu em 1761 com José Francisco da Fonseca, capitão da corveta S. Miguel o Anjo, que depois de vender uma das lanchas do seu navio, decidiu fixar-se em Moçambique, possivelmente em Inhambane. Envolveu-se no comércio interno, e fez fortuna no aluguer da corveta, no transporte e no tráfico de escravos, víveres e marfim dos portos da Zambézia para a capital. À data da sua morte, em 1782, Francisco da Fonseca ocupava o cargo de capitão-mor e juiz de Manica, vila que ficava nos confins do sertão zambeziano, e possuía um património considerável composto de objectos de ouro e prata, escravos, tecidos e uma interessante e valiosa biblioteca.
http://www2.iict.pt/index.php?idc=102&idi=12905
Pernambuco, 1821 Tuesday, November 6th
periódico Edad de Ouro, lista de buques inscritos en los tres meses de este año.

Alive. Dead.
1 slave ship from Moyanbique, 25th March, with 313 180
1 do.— 6th March 378 61
1 do.— 30th May 293 10
1do.— 29th June from Molendo, 357 102
1do.— 26th June 233 21
———— 1574 374
http://memory.loc.gov/cgi-bin/ampage?collId=rbbr&fileName=0004//rbbr0004.db&recNum=68&itemLink=r?intldl/ascbrbib:@field(NUMBER+@od1(rbbr+0004))&linkText=0
htm: http://www.gutenberg.org/files/21201/21201-h/21201-h.htm#gate
História e cultura afro-brasileira Escrito por Regiane Augusto de Mattos:
http://books.google.es/books?id=S5Kp9R2b4_wC&pg=PA100&lpg=PA100&dq=%22sultanato+de+angoche%22&source=web&ots=n89BSEQ5yP&sig=TmSOoNW8R0TfVqQeUTLdYAhzZqA&hl=es&sa=X&oi=book_result&resnum=2&ct=result#PPA99,M1

Escravos Moçambiques nas Indias Orientais e América Portuguesa



A administração da África Oriental Portuguesa na segunda metade
do século XVIII: Notas para o estudo da região de Moçambique
Portuguese East Africa administration during the second half of the 18th Century
Ana Paula Wagner1
anapwagner@gmail.com
................No que diz respeito aos locais de exportação dos escravos, no século XVIII, estes poderiam ser encaminhados para o Oriente; pela Índia, os cativos de Moçambique chegaram a Goa, Damão, Diu, Macau e Timor. O volume de escravos exportados para estas localidades era
considerado baixo, se comparado com os números das rotas da África Ocidental para a América Portuguesa (Capela, 2002, p. 65). Um dos fatores para esta baixa procura por cativos de Moçambique, em certa medida, deveu-se ao acesso à mão-de-obra mais barata que os escravos enviados da África Oriental.
É importante também destacar que, segundo José Capela, muitos dos escravos saídos dos portos de Moçambique não se destinaram apenas aos territórios sob posse portuguesa na Ásia; do mesmo modo, foram enviados para algumas colônias francesas, como a Ilha Maurícia, além de Havana, Montevidéu e Cabo da Boa Esperança (Capela, 2002, p. 64)16. Já o tráfico para a América Portuguesa só passou a existir depois da década de 90 do século XVIII.


Crisol aculturacional en Reunión ,Moringue,Sega,Mayola,Samblani,Boukan

Nota: 1741
Les jeunes de l'île Bourbon sont recrutés pour la guerre contre les Britanniques en Inde
.
http://fr.wikipedia.org/wiki/Histoire_de_La_R%C3%A9union
video musica Mayola: http://www.youtube.com/watch?v=V3sMYRKFga0&feature=related

El Kabar, o Kabare, o "servis Malgas" ,o "servis Kabare" es un tipo de fiesta celebrada en La Isla Reunión (también se manifiesta en Mauricio por la tradición oral, y en el archipiélago de las Comoras). Se incluye música, danza, canto y, a veces, moringue. La música que desempeña se basa en gran medida de percusión, y se compone principalmente de maloya, aunque otros géneros musicales (especialmente Sega) pueden ser representados. El 20 de diciembre de cada año (celebración de la abolición de la esclavitud en 1848 en La Reunión),es la celebración de reuniones de la abolición de la esclavitud en torno a una hoguera: la "fiesta KAF". Esta es una oportunidad para los cantantes tradicionales de representación en toda la isla.
Origen : El servis Kabar tiene sus orígenes en las ceremonias que los primeros esclavos malgaches procedentes de Madagascar hacia Reunión. Sin embargo, como el sociólogo Yu-Sion Live [1], esta ceremonia ha perdido sus raíces de Madagascar y la originalidad Reunionesa, de la cultura malbare, Comoras, europea, china ... Además,el Kabar Reuniones ha sido influenciado por el samblani hindú (ceremonia en honor de los antepasados, o sambirani o sambrany), el Boukan Comoriano y la religión católica. Originalmente, se trataba de una ceremonia animista dedicada a los espíritus (ZAM) durante la cual ,los vivos puede conversar con sus antepasados muertos. Según Sudel Fuma [2], un profesor de historia en la Universidad de La Reunión, "en el contexto colonial, la Kabar garantiza [ed] la cohesión social, al igual que ocurris en las asambleas de ancianos en Madagascar.". En lo que respecta a la tradición oral se remonta, la celebración fue el sábado. "Hoy tenemos el permiso de la policía, por la noche junto a miles de personas." [3]
FUENTE PRIMARIA: http://www.historun.com/run/Pub/colloque_ethnomusicologie.rtf

http://fr.wikipedia.org/wiki/Kabar

SÉGA n. m.
I. (Anc.) Musique et danse exécutée au son du bobre*, du caïambe* et du rouleur*. 1812 Il a aussi exécuté un séga créol*, varié d'une manière très savantte. (REJ: I, 79) 1861 [_] et les balancés et chassés croisés de cet infernal quadrille africain qu'on appelle le séga se succédaient sans cesse ni trêve. (SIV: 149)
II. (Auj.) Musique et danse de salon influencées par la musique européenne. Un peu plus tard, le séga a lui aussi été à l'honneur dans les salons de l'hôtel de ville. Il s'agissait cependant d'une danse quelque peu différente de ce qui se pratiquait alors au Rio ou à l'Hôtel de l'Europe: "C'était le séga de salon, beaucoup plus gracieux, et avec des déhanchements moins "vulgaires" ! (QUO 06.11.95) ENCYCL.: Le t. désigne à l'origine deux formes de danses et de musiques: d'une part une forme d'origine malgache, auj. disparue et d'autre part ce qui est devenu le maloya actuel. ÉTYMOL.: Le t. attesté depuis 1770 à l'île de France (tschiega) se retrouve à l'île Bourbon en 1817 sous la forme chéga, tchéga. Il peut provenir du swahili sega: "relever, retrousser ses habits", ce geste étant caractéristique de cette danse à ses origines. (CHA: 1068). Une autre hypothèse le fait venir du bantou sika, siika: "jouer d'un instrument de musique, produire des sons" devenu sica, chica: "espèce de fandango" (zone américano-caraïbe) : le t. serait donc venu à la Réunion par le vocab. des Isles (Chaudenson, 1992 : 191). u ~ traditionnel: Le public est demandeur de séga traditionnel et aussi des nouvelles musiques (seggae*, malogué*). Je fais les deux en spectacle. (ÉCH 30.07.92). ~ piqué: Séga au rythme vif et entraînant. À côté de quatre bons ségas piqués, on trouve en effet trois ballades et un maloya* à la mémoire d'Edmond Albius, qui a trouvé le procédé de fécondation de la vanille* et envers qui l'Histoire a été assez peu reconnaissante. (TEM 27.10.95) u V. battre le séga, casser un séga, moudre le séga, rouler le séga, tourner le séga ' maloya, quadrille, danse ronde .

http://www.bibliotheque.refer.org/livre10/




libro:Historia política de los establecimientos ultramarinos de las naciones europeas Escrito por Pedro Jiménez de Góngora Almodóvar del Río
http://books.google.com/books?id=4BoQAAAAYAAJ&printsec=frontcover&dq=%22cornelio+hutman%22&hl=es&source=gbs_book_other_versions_r&cad=1_2#PPA139,M1

Mayola y Moring ,otras referencias culturales para los esclavos desarraigados.




El Moring Reunionés ha llegado de Madagascar y transmitido por los antepasados afro-malgaches de generación en generación durante varios siglos. Los esclavos africanos llevados por árabes en dhows(Navíos) a Madagascar o a colonias francesas por esclavistas occidentales del océano indico trajeron consigo esta antigua cultura, válvula de escape de seguridad identitaria. Sin Maloya o Moring, el esclavo que han perdido su religión, idioma, que fué desarraigado, tiene otras referencias culturales. En 1714, la Isla Bourbon con sólo 623 colonos blancos y 534 malgaches y los negros africanos, el Moring creo que todavía no estába desarrollado. El desarrollo del café durante el período de Mahe Labourdonnais cambió con el contexto sociocultural con la introducción masiva de africanos y malgaches esclavos en todo el siglo XVIII. El comercio de esclavos malgaches en más numeroso que el de esclavos africanos. En el siglo XVIII, la isla tiene más de 160 000 esclavos entre 1723 y 1810.
http://www.celat.ulaval.ca/histoire.memoire/b2006/Fuma.pdf


Isla Reunión ,una historia de esclavitud


El escaso interés en poblar y desarrollar el territorio permitió que, aproximadamente entre 1685 y 1715, isla Bourbon obtuviera sus principales ingresos de la piratería. La introducción del café, que entre 1715 y 1730 se convirtió en la principal cosecha, cambió por completo la economía. Los franceses utilizaron esclavos africanos para las labores intensivas necesarias en este cultivo. Durante este período se dispusieron también plantaciones de cereales, especias y algodón.
Al igual que Mauricio, Reunión creció bajo la guía del notable Mahé de La Bourdonnais, que sirvió como gobernador entre 1735 y 1746, a pesar de tratar a Mauricio como favorita y dejar a Reunión en un segundo plano.
Como resultado de una gestión deficiente y de la rivalidad entre Francia y Gran Bretaña durante el siglo XVIII, así como de la quiebra de la Compañía francesa de las Indias orientales, el gobierno de la isla pasó directamente a la Corona francesa en 1764 y, tras la Revolución Francesa, cayó bajo la jurisdicción de la Asamblea Colonial. A finales del siglo XVIII se produjeron diversas rebeliones de esclavos, y todos los que consiguieron escapar se ocultaron en el interior de la isla, donde se organizaron en pueblos con jefes democráticamente elegidos y desde donde lucharon para mantener su independencia de las autoridades coloniales.
Las plantaciones de café fueron destruidas por ciclones a principios del siglo XIX y, en 1810, durante las guerras napoleónicas, la isla pasó a manos británicas. Cinco años más tarde, mediante el Tratado de París, el botín fue devuelto a los franceses, pero los británicos retuvieron el control sobre Rodrigues, Mauricio y las islas Seychelles.


Le Moring réunionnais est donc venu de Madagascar transmis par les ancêtres afromalgaches
de génération en génération pendant plusieurs siècles. Les esclaves africains
emmenés sur les boutres arabes à Madagascar ou dans les colonies françaises de l’océan
Indien par les négriers occidentaux, apportèrent avec eux cette culture ancestrale, véritable
soupape de sécurité identitaire. Sans le Moring ou le maloya, l’esclave qui avait perdu sa
religion, sa langue natale, se trouvait déraciné, n’ayant plus de repères culturels
. En 1714, l’Île
Bourbon comptant seulement 623 colons blancs et 534 Noirs malgaches et africains, on peut
penser que le Moring n’est pas encore développé. Le développement de la culture du café
pendant la période de Mahé de Labourdonnais change le contexte socioculturel avec
l’introduction massive d’esclaves malgaches et africains tout au long du XVIIIe siècle
. La
traite des Noirs, notamment des esclaves malgaches, plus nombreux que les esclaves africains
au XVIIIe siècle, emmène dans l’Île plus de 160 000 esclaves entre 1723 et 18109.

La trata de Esclavos -Isla Reunión

En 1704-1705, la población de la isla de Bourbón(Reunión)se ha triplicado en 18 años. Hay 734 habitantes. 423 colonos, hombres y mujeres, 311 esclavos (102 criollos y 209 importados) y 4 negro libertos. En 1708-1709, incluso un ligero aumento, con 894 personas (507 blancos y 387 negros). En 1711, 1024 personas (557 blancos y 467 negros) y en 1713, 1 171 personas (633 de Europa y 538 criollos negros).Durante 1730, entraron en Bourbon (Reunión)300 indios, 1000 africanos y 2 000 malgaches. En 1732, había 7 500 personas, entre ellas 5 500 esclavos. Leemos, por ejemplo, en los archivos entre 1729 y 1730,que el buque La Medusa en tres viajes, transporta 947 esclavos, por una suma de 268 000 libras del momento. La inversión inicial y el costo de transporte es de " 30 000 libras netas ,el beneficio es del 800%! .Uno entiende mejor entonces el celo de los esclavistas y la voluntad de los distribuidores en proporcionar esclavos. Todo esto con,grandes complices. Así, en 1724, el virrey de Goa,capturado por dos corsarios, finalmente logró pasar a Mozambique a bordo de un buque de la Companía de Indias. En agradecimiento, el virrey da a la empresa el derecho a la trata de personas en Mozambique.
http://www.clicanoo.com/index.php?id_article=97587&page=article
350 ans d’histoire
Les premiers mutins débarquent en 1643. Ils découvrent une prison de rêve, regorgeant de forêts, de gibiers, de rivières. Les premiers colons s'installent vers 1663, accompagnés de serviteurs malgaches.
Jusqu'à sa faillite en 1767, la Compagnie des Indes Orientales gère l’île d'une main de fer. Tandis que la culture du café se développe, le système de l'esclavage se met en place.Les colons blancs achètent leur main d'œuvre à des négriers, qui arrachent hommes, femmes et enfants aux côtes malgaches et est-africaines. La population blanche des origines, qui avait commencé à se métisser avec ses premiers serviteurs de couleur, femmes malgaches ou indo-portugaises, devient minoritaire.
Les plantations de café disparaissent vers la fin du XVIIIe siècle. Elles sont dès 1815 remplacées par les champs de canne à sucre.
C’est sous la Révolution que l’île change de nom : les Sans-culottes la rebaptisent Réunion, en mémoire de la rencontre des troupes révolutionnaires à Paris en 1790.L’île passera brièvement sous contrôle anglais, de 1810 à 1815, puis sera finalement rendue au Roi de France.
L' île redevenue Bourbon prospère au XIXe siècle grâce à la canne à sucre. Le "roseau sucré" fait la fortune de la colonie. La lointaine France achète à prix d'or les pains de sucre moulés dans des dizaines d'"usines" attenantes aux propriétés coloniales. Les grands domaines s'étendent, les cirques se peuplent, l'intérieur montagneux de l'île est progressivement mis en valeur. L'esclavage est aboli en 1848, mais la canne nécessite toujours plus de main d'œuvre : on fait alors appel à des volontaires indiens et africains, dont les conditions d'existence seront bien proches de celles des esclaves…La société de plantation perdure jusqu'à la Seconde Guerre Mondiale, au rythme des crises de l'économie sucrière.
http://www.la-reunion-tourisme.com/histoire-1-1-1.html
Une population arc-en-ciel
Dans cette île plus encore qu'ailleurs, il est difficile de classer la population en catégories. Sous le tropique du Capricorne, la froideur des statistiques est définitivement vaincue par la chaleur du sentiment, qui dès l'origine poussa les habitants de l'île à s'unir, bravant allégrement la frontières des couleurs de peau. La Réunion compte 700 000 habitants aux origines diverses et souvent multiples.
Les premiers venus étaient des Français aventuriers, accompagnés d'hommes et de femmes malgaches plus ou moins volontaires.Des Indes portugaises vinrent rapidement ensuite les premiers apports du vaste sous-continent.Les premières décennies de l'histoire de Bourbon sont permissives, l'autorité du roi et du clergé n'y est guère affirmée. Très vite la population initiale se métisse au gré des premières unions, des premières naissances.Mais la mise en exploitation de la colonie par la Compagnie des Indes, dès la fin du XVIIe siècle, va bouleverser les modes de vie.Le recours à l'esclavage devient systématique. Les bateaux négriers débarquent sur les côtes de Bourbon des milliers d'hommes et de femmes achetés par les trafiquants sur les côtes de Madagascar et de l'Afrique. La population noire, devenue largement majoritaire, fait la prospérité de la colonie en souffrant sous les chaînes qui ne lui seront enlevées qu'en 1848.
Après l'abolition de l'esclavage, les champs de canne réclament toujours plus de bras et les colons font appel à une autre population, celles des "engagés" venus sous contrat des côtes sud-est de l'Inde : un voyage sans retour pour la plupart de ces Tamouls(Tamiles-Kerala??), qui apportent dans la colonie française leur mode de vie et leur religion, l'hindouisme. D'autres émigrations volontaires enrichiront plus tard l'île : celle des Indiens musulmans venus du Gujarat et celle des Chinois.Les mariages mixtes deviendront toujours plus nombreux au fil du temps.Les visages des réunionnais d'aujourd'hui révèlent la beauté du métissage dans toute sa diversité. De lait ou d’ébène, ils révèlent les origines de leurs ancêtres et rappellent l’histoire de l’île.Des termes plus ou moins familiers subsistent pour désigner les origines respectives :"cafre" pour les Noirs aux traits africains, "malbar" pour les Indiens, "zarab" pour les Indiens musulmans, "yab" pour les blancs de condition modeste des Hauts de l'île...
http://www.la-reunion-tourisme.com/population-1-26-5.html

Mayola y Bobre ,una aculturación Indo-Africana

Daniel Hoareau, Danyèl Waro est un musicien de l'île de La Réunion:
"Maloya no sólo es un ritmo Cafre. En realidad, no es eso. Mestiza de música desde el principio como hicieron los diferentes esclavos . En mi forma de cantar, hay un malabar (India), Cafre (africano) y otros. Lo mismo ocurre con los instrumentos. Esta gran combinación entre nosotros es nuestra riqueza. En nuestros palacios, hay un sabor de massala, el chop-suey, siriani de ..."[ 1]
1) Propos recueillis par Franck Tenaille, Mondomix n°6 Hiver 2003/04, p 20 .
FOTO:Músico Firmin Viry
ORIGINE DU MALOYA:
C’est au 17° siècle qu’est apparue le maloya. Une musique née dans les champs de canne à sucre, forcément marqué par les coups de fouets, la maltraitance et par ce sentiment propagé par les colons d’infériorité voir pire… Le maloya serait d’origine de Madagascar du Mozambique et de Zanzibar. En 1665, ce sont les français qui déjà installés à Madagascar colonise les premiers l’île de la réunion, ils introduisent des esclaves malgaches. En 1675, ce sont des prisonniers indiens de San thomé qui sont amenés à la réunion puis des éthiopiens.
De 1717 à 1817 près de 80 000 esclaves sont introduits dans l’île par la compagnie des Indes et les colons.
ainsi les descandants d'esclaves malgaches, africains, de l'Inde ainsi que des colons pauvres se fondent en une unité dans le créole. En 1750, on utilisé plutôt les termes de"t'shéga", "Tchéga", "Tsiega" pour désigner le maloya. théga qui est devenue "Séga", un mot d’origine swahili du mozambicaine. séga : remonter ses habits, terme en rapports aux danses bantoues (ou l’on remonte ses habits).
La danse qui accompagne le Maloya est d’origine Bantoue. Le maloya est présent dans tout l’océan indien, mais on l’appelle séga tambour à Rodriguez, séga ravane a Maurice et Moutia aux seychelles car il est issue du séga primitif.
LES MUSICIENS DU MALOYA : Le maloya qui a toujours été mal vue par les colons a été relancé par le parti communiste en 1930. En effet ils aident et encouragent Firmin Viry à enregistrer. Celui ci produit alors deux albums. Firmin Viry, mais aussi Granmoun lélé sont les pionniers du maloya, ils en privilégie le coté traditionnel, ainsi que Danyèl Waro, nathalie natiembé , Alain Peters et Davy Sicard qui sont parmi les fervents défenseurs du maloya et qui en même temps le renouvelle. On peut aussi citer, Lo rwa kaf, Zelindor, Bourbon maloya, Leilla Negrau, Ravan' ... Danyèl Waro, "maloya improvisé": Alors que des groupes comme Baster et Ziskakan, Ti Sours ou rené lacaille se tournent vers un maloya soit plus festif soit plus rock, avec des accents électriques. Et Patrick Persée, plus reggae-seggae, tout comme Kom Zot.
"Maloya la pa nou la fé,Granmoun lontan la fé maloya!! mi di a zot larg'pa maloya sa mizik nout zancet, nout léritaz marmaye!!" Service kabaré : Selon la tradition on pratique le maloya dans le service kabaré. C’est une cérémonie animiste qui rend hommage aux ancêtres Les familles se réunissent une fois par an et font des sacrifices (souvent de coqs) afin de remercier les ancêtres pour leur protection. Les musiciens rentrent en contact avec les ancêtres et avec les esprits. Le maloya dans le « fénoir » : Le maloya a été interdit, notamment à partir de 1950 par les administrations de la France. Les musiciens connaissent des pressions allant jusqu’à l’arrestation. Les autorités préfèrent une musique plus festive, que le maloya qui dit la vérité et fais peur à ceux qui ont le pouvoir, maloya est subversif et rebelle.
le 20 décembre :
C'est une date importante et férié pour l'île de la Réunion puisque c'est la fête de l'abolition de l'esclavage. La Révolution française a abolit l’esclavage en 1794, mais les esclaves de la Réunion ne furent libérés que lors de la révolution de 1848. le 13 octobre 1848 l’île Bourbon est renommée île de la Réunion, l’abolition de l'esclavage a lieu 7 jours après : le 20 décembre 1848. Ce jour ou quelques 62 000 esclaves ont été libérés.
Les instruments : Les instruments utilisés dans le maloya sont des percussions venant des pays d’Afrique d’ou étaient originaires les esclaves. Ce qui donne une base rythmique prononcée au maloya. (Rythme ternaire) Ce sont : Le Piqueur, le Triangle, le Bobre, le Roulèr, et le Kayamb.
firmin viry, "danser maloya" :

El milagro creole que llegó a Brasil-Aculturaciones


NOTA DEL PESQUISADOR:A partir del año 1700 tenemos citas sobre esclavos malgaches en Bahía-Brasil.
http://www.blogger.com/posts.g?blogID=8337644461724586433&searchType=ALL&txtKeywords=&label=1700-1850-Esclavos+malgaches+en+Bah%C3%ADa
Convertidos por el cautiverio y el largo viaje en verdaderos despojos humanos, los esclavos deportados a las islas del Índico entre los siglos XVII y XIX eran víctimas del racismo y de un trato destinado a marginarlos socialmente, desposeerlos de su cultura y deshumanizarlos. Eran una multitud dispersa de individuos exiliados, arrebatados a sus familias y hermandades, privados de sus mitos y símbolos y desposeídos de su propia razón de existir. Despojados de su linaje, nombre y genealogía, no se les permitía agruparse y, además, no siempre podían entenderse entre sí por hablar lenguas diferentes, poseer tradiciones distintas y pertenecer a etnias muy diversas del África y Madagascar –makuas, yaos, inhambanes,1 makondés, betsimisarakas, sakalavas, merinas, betsileos, etc.–, así como de la India, Malasia e Indonesia. Procedentes de diversas sociedades de cazadores, ganaderos o agricultores dotadas de sistemas de organización muy distintos –matrilineales, patrilineales, polígamos, monógamos, gerontocráticos o monocráticos–, los esclavos no tenían mucho en común. Pese a todo, supieron adaptarse a las condiciones de vida inhumanas de un universo hostil y lograron sobrevivir, dejando a la posteridad la huella de su existencia.

http://portal.unesco.org/es/ev.php-URL_ID=23885&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html

Luchas Malgaches-primera mención


En 1658,Flacourt había observado las luchas malgaches en la région de l’Annosy."Ellos están luchando en las aldeas, con golpes y hacen la "mitoulou" que es la lucha tanto de hombres contra hombres como mujeres contra la mujeres. "Este testimonio, una de las más antiguas prácticas existentes sobre la lucha en Madagascar, muestra que los europeos que llegaron a las islas no vieron en esta lucha« mitolona » un ajuste de cuentas entre personas de modesta condición social.http://www.celat.ulaval.ca/histoire.memoire/b2006/Fuma.pdf.Étienne de Flacourt: Nació en Orleans en 1607 en una familia noble y murió en el mar el 10 de junio de 1660 frente a Lisboa, Flacourt de Étienne Chevalier es un director francés que actúa como jefe de la colonia de Madagascar y que los historiadores atribuyen el segundo o tercer premio de la posesión por parte de Francia de la isla de Reunión en el Océano Índico. Durante su mandato, escribió un libro de presentación para la que fue a veces naturalista, a veces geógrafo.http://fr.wikipedia.org/wiki/Étienne_de_Flacourt
gravado:[Pl. dépl. en reg. p.316 :]Réduction des habitans de la province de Careanossi en l'isle de Madagascar (...). [Cote : Réserve A 200 388]
http://visualiseur.bnf.fr/CadresFenetre?O=IFN-2300689&I=15&M=imageseule
NOTA:
1643-Fondation de Fort-Dauphin sur l’île de Madagascar (1643-1674)
Comptoir français sur l’île Sainte-Marie de Madagascar
1652-Le Hollandais Jan van Riebeeck fonde un établissement permanent au cap de Bonne-Espérance, au nom de la Compagnie hollandaise des Indes orientales
1658-Publication de L’histoire de la grande île de Madagascar, par Flacourt.
http://gallica.bnf.fr/VoyagesEnAfrique/

Doranga -Box Tradicional-Madagascar

NOTA DEL PESQUISADOR:Observar el palo(pau) ó rama que lleva en la mano una persona ,tanto en la foto como en el grabado de Rugendas. (Ver flecha en amarillo(amarelho)) .


Le Moring, art de combat afro-malgache : Une mémoire interculturelle de
l’esclavage dans les petites îles du sud-ouest de l’océan Indien occidental
Sudel FUMA
Université de La Réunion, CRESOI


.................Dans les îles de l’océan Indien occidental, les systèmes de l’esclavage et de l’engagisme sont les principaux vecteurs de la propagation du Moring. Les témoignages historiques sur son expansion dans les petites îles permettent difficilement de dater avecprécision les premières pratiques de Moring dans les petites îles. Toutefois, l’origine des populations esclaves transportées dans les îles – à dominante malgache au XVIIIe – ne laisse planer aucune ambiguïté sur sa présence avant l’abolition de l’esclavage à Bourbon.
.........Déjà en 1658, Flacourt avait observé les luttes malgaches dans la région de l’Annosy. « Il arrive assez souvent » dit-il « qu’ils se battent dans les villages mais à coups de poings et font le mitoulou qui est la lutte de tant d’hommes contre hommes que femmes contre femmes. Ce sont des gens de bas aloi qui s’y prêtent »2. Ce témoignage, l’un des plus anciens qui existe sur les pratiques de combatà Madagascar, montre que l’Européen qui arrive dans les îles ne voit dans la lutte« mitolona » qu’un règlement de compte entre les gens de condition sociale modeste.
http://www.celat.ulaval.ca/histoire.memoire/b2006/Fuma.pdf


libro:Revue historique de l'océan Indien
Escrito por Association historique internationale de l'Océan indien, Indian Ocean International Historical Association
Publicado por Association historique internationale de l'océan Indien, 2005



http://books.google.es/books?id=CE96AAAAMAAJ&q=andrarangy+moraingy&dq=andrarangy+moraingy&safe=on&pgis=1








1957-Moringue Reunionés prohibido por violento

foto color: http://simoneweb.altervista.org/img/webgallery/reunion/morengue/index.htm


foto: L'école à l'Ile de La Réunion entre les deux guerres Escrito por Paule Fioux, Louis Porcher




libro:
Regards croisés sur le patrimoine dans le monde à l'aube du XXIe siècle Escrito por Maria Gravari-Barbas, Sylvie Guichard-Anguis.